Qual o significado de desinformação nas eleições?

Antes boato, depois fake news, agora desinformação

Antes boato, depois fake news, agora desinformação

Durante as eleições de 2016, as redes sociais exerceram um grande papel na disseminação de conteúdos referentes ao pleito. Com o crescimento do número de smartphones e perfis em plataformas como WhatsApp, Twitter e Facebook, a população passou a exercer uma parcela singular no modo de divulgação de informações. Na época, o termo utilizado para informações falsas era Boato.

O termo fake news foi um dos temas que mais gerou discussões nas Eleições Gerais de 2018. A expressão ganhou notoriedade após a eleição do republicano Donald Trump, nos Estados Unidos da América (EUA), quando o que se era dito no mundo virtual entrava em conflito no mundo real e, a partir disso, passou-se a questionar o discernimento dos eleitores em meio aos compartilhamentos.

Já no ano de 2018, vídeos denunciando supostas adulterações das urnas eletrônicas no Distrito Federal se espalharam em redes sociais, mas, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e investigações da Polícia Federal, as denúncias de fraudes não foram comprovadas.

O objetivo, normalmente, é gerar polêmica e desconforto em torno de uma situação ou pessoa – denegrindo a imagem alheia. Como as notícias falsas acabam sendo apelativas, dramáticas e polêmicas, são facilmente compartilhadas e conseguem ter mais repercussão na sociedade do que as verdadeiras, especialmente quando não há senso crítico por parte do receptor.

Qualquer dúvida referente à desinformação ou notícia divulgada nas redes acerca do processo eleitoral, acesse o endereço www.justicaeleitoral.jus.br/fato-ou-boato ou, o Portal do TSE, no centro da página inicial, clique no banner “Fato ou Boato?”.

 

Seção de Comunicação Social do TRE-RO

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